Dos 300 médicos contratados em caráter de urgência pela Prefeitura do Rio, para os quatro hospitais de emergência, em março, 100 já abandonaram o emprego devido às más condições de trabalho. O dado faz parte de relatório do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), que vistoriou unidades federais, estaduais e municipais e constatou carência de profissionais e superlotação de pacientes.
As vistorias foram entre agosto e setembro em dez hospitais do Rio. Segundo o secretário-geral do Cremerj, Pablo Vasques Queimadelos, dos 100 que saíram, cerca de 60 são clínicos gerais e mais de 20, pediatras. A maioria era do Hospital Souza Aguiar, no Centro.
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